Crítica | X-Men: Fênix Negra

X-Men: Fênix Negra é a maior estreia desta quinta-feira, dia 06 de junho, nos cinemas brasileiros

Ambientado em 1992, X-Men: Fênix Negra, filme dirigido por Simon Kinberg, acompanha a recente visibilidade dos mutantes como heróis mundiais. Devido a esse reconhecimento, o próprio presidente dos EUA pede ajuda aos X-Men quando a missão lunar Ártemis falha e os astronautas estão em perigo em pleno espaço sideral.

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Mutantes escolhidos a dedo pelo Professor Xavier (James McAvoy) vão resgatar os astronautas, e no meio do resgate, uma tempestade solar é engolida por Jean Grey (Sophie Turner). A jovem começa a se sentir mais poderosa do que o normal e acaba machucando seus amigos próximos. Esse descontrole acaba destruindo a reputação que Xavier tanto lutou para alcançar. Em paralelo aos dilemas de Jean e sua busca por respostas, há criaturas que invadiu a Terra em busca de um grande poder. Elas fazem de tudo para encontrar essa fonte e alcançar seu objetivo de colonizar o planeta.

X-Men é a primeira franquia de super-heróis e é composta de filmes excelentes e péssimos, sendo muito mal planejada. Ignorando sua cronologia e se concentrando apenas no novo filme, pode-se afirmar que Fênix Negra tinha um grande potencial. Com atuações impecáveis de um elenco incrível e os dois primeiros atos maravilhosos, o filme infelizmente tem um final decepcionante.

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Fênix Negra
? 20th Century Fox / Divulgação

Turner e a construção de sua personagem chegam a emocionar muito, provavelmente graças ao laboratório feito pela atriz sobre doenças mentais para viver a protagonista. Apesar do acerto, o filme perde o ritmo no seu desfecho, com um vilão bidimensional e motivação que não passa do clichê.


Os efeitos especiais estão mais belos do que o normal e o espectador consegue ver grande dimensão nos muitos efeitos visuais que o filme necessita. O roteiro e direção de Kinberg é instável e apresenta diálogos belíssimos e personagens bem construídos ao mesmo tempo em que apresenta personagens rasos e com propósitos fracos.

Por fim, X-Men: Fênix Negra não compensam os erros bobos. É um filme mediano dentro de uma franquia inconsistente.

Assista ao trailer:

Para mais informações, acesse a fanpage oficial do filme.

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