Uma Máquina para Habitar – Análise 2020

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Uma Máquina para Habitar é um curioso ensaio cinematográfico sobre Brasília, cujo fluxo narrativo é sustentado por um processo de contínua mistificação. As diferentes vozes dos narradores dão à função um traço de messianismo.

Uma máquina para habitar – análise 2020
Uma máquina para habitar – análise 2020

O texto carregado de conceitos entre o esotérico e o prático parece ser uma alternativa vantajosa. embora a tônica tenha se desenvolvido melhor durante os primeiros dois terços da produção, a proposta ponderada sobre a arquitetura da capital federal Os diretores Yoni Goldstein e Meredith Zielke constroem um olhar preciso sobre os detalhes do espaço que se supõe ser central para o poder do Brasil.

Uma Máquina para Habitar – Início

Fachadas como se explorassem uma paisagem relacionada ao alcance da ficção científica Ao cruzar diferentes lugares nesta cidade pré-concebida repleta de idiossincrasias e inesperadamente atravessada por uma mitologia de contornos sincréticos, reforça um mistério que pode escapar à vista dos espectadores. anúncio para dizer que “você precisa saber para ver ver

Desenvolver o mistério é o melhor que A Machine to Dwell apresenta como uma experiência cinematográfica. Os produtores têm a oportunidade de tecer dinâmicas e ciclos econômicos distintos neste caminho às vezes extenuante para revelar as complicações da cidade embutidas na história crescente e expansiva. profético.

Uma máquina para habitar – análise 2020
Uma máquina para habitar – análise 2020

O filme passa menos influenciado pelas descobertas que vão se tornando a prova da singularidade Yoni Goldstein e Meredith Zielke se dão bem ao registrar perspectivas e associar imagens puras que transformam uma câmera em um dispositivo de iluminação que pode gerar uma pequena revelação como um vislumbre de trabalhadores semelhantes a cosmonautas atravessando o terreno lunar.

Esta relação com o espaço sideral (cientificamente não o equivalente cabalístico) é responsável pelos principais elementos do documentário, bastante incomum agora

Uma Máquina para Habitar – Desenvolvimento

Fazendo paralelos por acaso, quando ele entra no mágico misticismo Machine to Dwelling, desaparece. Mesmo assim, Yoni Goldstein e Meredith Zilke convidam o espectador a arranhar o incompreensível, criando prismas para correlacionar signos e sentimentos. A partir deste momento, a dimensão intangível se insinua como o foco principal.

transtornando assim os pólos eleitorais e tornando-o curiosamente especulativo. O tom conspiratório está na forma como os cineastas realizam o ato sombrio da Maçonaria – estabelecendo, por exemplo, uma equivalência entre o chamado Grande Arquiteto (a estrutura da Maçonaria) e o falecido Oscar Niemeyer – e na comunidade de fãs de Brasília.

os dados perdem contato com o concreto das simetrias e harmonias e se rendem ao etéreo, como se alguém reconhecesse que a cidade é o centro de gravidade ideal para fenômenos quase inexplicáveis ​​por vocação. Mesmo ainda fã de costura. engrenagens diferentes para um propósito

Uma Máquina para Habitar – Análise final

O filme faz uma radiografia de Brasília em separado, misturando leituras formais, entendimentos metafísicos e conjecturas de diferentes ordens. Nessa mixagem havia um risco gravíssimo de ser disperso, repetitivo ou basicamente ótico, o que felizmente não é o caso quando o motociclista teoricamente entra em cena.

Uma máquina para habitar – análise 2020
Uma máquina para habitar – análise 2020

Discutindo a cidade e depois com alguém em uma ocasião festiva, esses dados humanos poderiam ser lidos tão casualmente, se não fosse pela capacidade de Yoni Goldstein e Meredith Zielke de incorporar os vários preconceitos na proposta ousada, principalmente por serem fortes pela diversidade são restritos.

Fontes diferentes atuam em uníssono para atingir um alvo claramente exposto. Isso não salva o resultado dos efeitos de sons mal sintonizados. A observação de Brasília como projeto é material e intensiva em luz, mas o filme se perde justamente porque está cegado pelo esoterismo e fica lento. a visão de segredos relacionados ao tangível

Perguntas frequentes sobre o tema:

Título A Machine to Live In (Original)
Ano produção2020
Dirigido porYoni Goldstein, Meredith Zielke
Estreia 2020 ( Brasil )
Duração 89 minutos
Classificação  – Não recomendado para menores de anos
GêneroDocumentário, Ficção Científica
Países de OrigemEUA / Brasil
Uma máquina para habitar – análise 2020
Uma máquina para habitar – análise 2020

Espero que tenha tirado boas ideias do post, sempre estou trazendo resenhas, resumos e análises interessantes sobre filmes badalados ou até mesmo sobre filmes nacionais que merecem mais atenção.

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